Feed on
Posts
Comments

Quando estamos apaixonados, nos sentimos em um novo mundo, cheio de novidades, novas emoções, carinhos, sonhos e muita endorfina. Queremos experimentar tudo, aproveitando cada momento ao lado de quem amamos. Neste momento, são feitas concessões, acordos, promessas e planejamentos para o futuro.

Ficamos neste encantado mundo por algum tempo, e depois quando começamos a nos acostumar tanto com a outra pessoa, que caímos no costumeiro erro de acreditar que a entendemos completamente, que sabemos exatamente como ela é, o que pensa, o que sente. Assim, não a observamos mais com atenção, não percebemos seus sentimentos, suas mudanças e o que está de fato nos dizendo. Simplesmente paramos de nos comunicar espiritualmente com ela.

Isso acontece pela convivência e, como conseqüências de nossa entrega inicial acabaram perdendo muito da nossa individualidade, Paramos de fazer certas coisas que eram costumeiras, deixamos de ver algumas pessoas queridas. Nosso tempo livre acaba sendo direcionado para as atividades do casal, que no momento é nossa prioridade. Enfim, paramos de pensar em termos de “eu” para pensar em “nós”. E isso pode se tornar nocivo, perdeu a noção de como é bom estarmos sozinhos, de que no nosso silêncio e nas nossas atividades individuais, crescemos como pessoas. Sem isso, vamos morrendo sem perceber por dentro até chegar ao instante em que nada mais temos a acrescentar ao outro e nem a nós mesmos.

Só existe brilho no amor quando compartilhamos

Tristemente, acabamos esperando algo da outra pessoa que nunca vem. São, portanto, duas pessoas tristes, sem brilho, sem perspectiva, esperando algo que talvez nunca venha. Mas como duas pessoas vazias podem completar uma à outra?

O que fazer?

1. Seu companheiro deve ter atividades individuais, como hobbies, passeios, viagens e saídas com amigos sem você
2. Você também deve ter atividades fora do relacionamento, assim não ficará tão focado no outro
3. Cuide mais de si mesmo para fortalecer a auto-estima e a confiança em si mesmo, além disso, companheiro bonito e interessante se torna difícil de largar
4. Não fique policiando o outro como se fosse seu dono ou dona, Lembre-se que seu companheiro é um adulto e que, até que seja provado o contrário, é fiel e ama você
5. Não conte tudo sobre você, espere que o outro pergunte
6. Volte a estudar, retome ou crie algum tipo de conhecimento para você.
7. Tente renovar seu cotidiano vestindo roupas diferentes, fazendo programas juntos que sejam interessantes aos dois, experimentando lugares e comidas não antes experimentadas

Algo mudou entre vocês, sua relação está em crise. Esta crise pode ter sido gerada por inúmeros fatores diferentes, mas o que há em comum em toda crise? A necessidade de mudança que ela traz. Sim, é necessário rever paradigmas e atitudes em casal para que seja retomada a harmonia e paz entre os dois.

Manter a calma e aceitar o que o outro tem a dizer sobre vocês dois serve como grande ajuda. Mas estar realmente aberto para encarar o que você anda fazendo que não esteja se encaixando bem na relação não é tão fácil assim. Então, é preciso ter humildade e aceitar a opinião do outro, ouvir e identificar o que tem feito a tristeza dos dois.

Não há como fugir das mudanças que a vida nos traz e elas acontecem conosco, mesmo que nós não tenhamos consciência delas. Você provavelmente não é mais a mesma pessoa do início do seu relacionamento. Pois é, e a sua relação também passa por esse processo de mudança, o que não é ruim.

Então, ao invés de sofrer ao identificar que o seu relacionamento não é mais o mesmo, permita que a energia de transformação entre em sua vida amorosa e sinta-se bem vivenciando o novo:

1. Observe se você sente necessidade de mais espaço, maior diversão ou mais cumplicidade com seu parceiro. Ele pode sentir o mesmo.
2. Fale sobre seus sentimentos de maneira verdadeira. Permita que seu parceiro fale sobre o que sente também.
3. Em momentos de crise, geralmente as pessoas explodem em raiva e ressentimento. Tente demonstrar seus sentimentos de uma maneira que não seja agressiva.
4. Se ainda há amor, atração e vontade de estarem juntos, vocês têm tudo o que precisam para continuar a dar certo. Então, trate do assunto com carinho e entenda os ciclos que envolvem o seu relacionamento amoroso.

Enfim, o amor é um brilho intenso, que com o passar do tempo irá naturalmente ficar opaco, cabe somente a vocês usarem o próprio amor para iluminar, pois somente ele é a força geradora de qualquer criação, luz, alegria e plenitude nesta existência.

Que eu não seja apenas
um corpo desejado
que sempre deve estar disponível
ao alcance da mão
Que ele me veja além do casual
lendo nas entrelinhas do meu ser
o que nunca me atrevi a dizer

Que o olhar dele sobre mim
não se detenha ao que
é perceptível aos olhos
que vá mais além
ao encontro da minha ternura
ou até mesmo da minha solidão

Que o meu amor
seja amigo antes de amante
entendendo os meus limites
a minha imperfeição
e que não me exija
o que não posso dar

E naqueles momentos
em que o sol se esconde
entre as nuvens
que não cobre de mim
a gargalhada
a efusiva explosão dos sentidos
antes me abrace
me acalme docemente
me devolvendo o meu chão

Que ele
que sempre quis ao meu lado
se sinta despojado
em alguns momentos
de qualquer outro sentimento
que não seja da empatia
em total sintonia
com o que se passa comigo
sem julgamento
e sem cobrança
apenas sendo meu cúmplice
nada mais

Que o meu amor
entenda
que não sou mulher-maravilha
sou imperfeita
controversa
capaz de alguns desatinos
pois sou humana
e é nessa humanidade
que reside o que tenho
de mais bonito
para oferecer
é o meu jeito de querer
de ser eu mesma
de cara limpa
sem fotoshop
sem retoques
mas que atende prontamente
ao chamado do carinho
seja em que momento for

Empresas cujos produtos têm um desempenho muito melhor que os de seus concorrentes devem chamar a atenção para esse fato oferecendo uma garantia extraordinária que os outros não possam igualar.

Uma rede de hotéis Hampton INN, uma das cadeias que mais cresce atualmente, atribui muito de seu sucesso a sua garantia extraordinária. Se o hóspede ficar insatisfeito, o quarto é de graça. Tudo que o hóspede tem que fazer é comunicar, após a primeira noite, que está insatisfeito. O colchão é macio demais, o quarto é barulhento, e ele sai sem pagar.

Os hotéis têm um ótimo serviço e funcionários extremamente atenciosos que, por sinal, destinam parte de sua gorjeta a um fundo destinado a cobrir hóspede não-pagante. Assim eles têm interesse pessoal em atender os hóspedes bem.

A Hampton relata que a percentagem de hóspedes que optam por não pagar é mínima quando comparada ao crescimento do número dos que optam pela rede.

Outro exemplo interessante é de uma empresa de combate a insetos e que cobra cinco vezes o preço dos seus concorrentes. Quando contratada por um restaurante, hotel ou outro estabelecimento para eliminar um problema, a empresa dá as seguintes garantias:

- Arcará com o custo de qualquer outra empresa de combate a insetos, caso fracasse em eliminar o problema.
- Arcará com quaisquer custos e prejuízos, caso as autoridades municipais insistam em fechar o estabelecimento.
- Arcará com os custos decorrentes de danos ou ferimentos causados a quaisquer hospedes pelos insetos a serem eliminados.

Isso sim é garantia…

www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

Existe uma grave falta de planejamento da transição para a liderança em empresas familiares. Pedidos que vêm de recursos essenciais parecido com isto:
• “Eu sempre pensei que o meu filho seria essa empresa, mas eu acho que ele não pode. Ele é muito bom com números, mas não com o povo. O que devo fazer?”
• “Eu trabalhei duro para construir esta empresa, trabalhando 20 horas por dia e agora quero geri-la mais fácil. Tenho três filhos no negócio. Como faço para escolher um para substituir-me? Estamos em uma época e tempo diferentes dos que eu iniciei meu negócio”.
• “Eu sei que isto é importante, mas eu ignorei por tanto tempo, é quase demasiado tarde para escolher qualquer um.”

Aqui estão alguns fatos sobre a falta de planejamento para a liderança (estudo realizado pelo Instituto Raymond em 2003):
• 88% das empresas familiares querem permanecer no plano de negócios da família
• 47% esperam mudar a liderança nos próximos 5 anos
• 42% ainda não escolheram os sucessores (CEOs de até 61 anos)
• 55% ainda não escolheram um sucessor (CEOs acima de 61 anos)
• 13% dos membros da família disseram que o CEO nunca irá se aposentar
• 34% disseram que não tinham conhecimento das intenções dos sucessores
• 20% ainda não tinham feito planejamento.

Quais são os especiais desafios para empresas familiares?
• Conservadorismo, classificação e gênero às vezes são confundidos com verdadeira liderança.
• As crianças em empresas familiares são freqüentemente criados em uma cultura de riqueza e de direito, e não têm de enfrentar desafios.
• A segunda geração tem sido freqüentemente negligenciada pelos empresários que não incentivam a liderança e desenvolvimento, não são bons mentores ou professores.
• Muitas vezes existe o desejo de “clonar” a próxima geração, quer que sejam como a primeira, apesar de muitas diferentes habilidades, são necessárias para executar uma fase mais antiga empresa.
• Muitas vezes, os mais jovens que podem ter um enorme potencial de liderança acabam sendo tratados “como bebês”, mesmo quando adultos, impedindo assim seu desenvolvimento profissional.
• Irmãos e irmãs são muitas vezes relutantes em conceder autoridade uns aos outros, e podem acabar sabotando o líder ou um ao outro.

Quais são os diferentes estilos de Liderança entre Homens e Mulheres?

O sexo Feminino:
1. As mulheres tendem a ter uma intensa compreensão da relação dinâmica entre as pessoas
2. São melhores em “confiar nos seus sentimentos intuitivos”
3. Tendem a colocar relacionamentos antes de tarefas, e são menos hierárquicas.
4. As mulheres são melhores em multitarefa

O sexo Masculino:
1. Os homens tendem a colocar tarefas antes de relacionamentos e são mais hierárquicos.
2. Os homens utilizam mais de uma lógica para focar seu trabalho.

Um interessante estudo recente feito pelo Centro de Liderança da Mulher no Babson College indicou que a maioria das mulheres trabalha em empresas familiares:
• As mulheres proprietárias de empresas familiares tinham receita média anual de US$ 26,9 milhões em 2002 com medis de 26 trabalhadores. Em comparação, o homem proprietário de empresas tinha faturamento anual médio de 30,4 dólares, mas com uma média de 50 trabalhadores.

De acordo com o L’Institut Jon Raymond Institute no Canadá que fez uma pesquisa com 2330 empresários de empresas familiares e chegaram aos seguintes resultados:
• 30% disseram que considerariam um sucessor do sexo feminino, contra 10% do sexo masculino.
• Mais filhas estão se engajando nos negócios, ansiosas para assumirem a liderança.

Que estilo de liderança é necessária para qualquer tipo de negócio?

Diferentes estilos de liderança são adequados para as diferentes fases de uma empresa. Demasiadas vezes a primeira geração de líderes das famílias empresariais procuram clones de si sem considerar o que a empresa precisa realmente com os novos rumos do mercado, gosto do cliente e modelo moderno de gestão. Os líderes devem ser capazes de gerirem a empresa onde quer que ele esteja seja dentro dela ou do outro lado do mundo, para isso é preciso escolher um líder versátil com iniciativa estratégica, que responde as seguintes questões:
• Que tipo de líder para daqui os próximos 5 - 10 anos?
• Que tipo de líder pode levar-nos lá?
• Quais os conjuntos de habilidades são importantes para o nosso próximo líder ou líderes?
• Se estamos sem estas respostas, é melhor um líder para a empresa que seja da família ou trazermos alguém fora da família?
• Quem na próxima geração tem as qualificações para ser o melhor líder para nos levar onde precisamos chegar? sua Qual é o nosso roteiro para o processo sucessório?

Se você conseguir responder objetivamente a estas perguntas, afirmo que sua empresa familiar tem grandes chances de perpetuar no mercado.

Em adição ao seu layout e conteúdo, uma das coisas que você precisa decidir sobre quando planejar o seu marketing são as suas imagens ou gráficos que serão impressos no anúncio. Você tem que considerar as fotos que poderiam reforçar e tornar mais fácil para o seu público alvo compreender sua mensagem.

Empresas são modelos, bem como uma imagem pode falar mais que mil palavras. Centenas de milhares de imagens estão acessíveis para que você possa melhorar a impressão do seu anúncio. Isto assegura que o seu público-alvo será atingido na primeira vez que vê o seu anúncio.

No entanto, mesmo com um pronto acesso a imagens gráficas on-line, você ainda precisa ter um design e fotos que se enquadram no que exatamente você quer transmitir. Apenas uma idéia bem pensada não é suficiente, é necessário haver uma seleção cuidadosa de vários fatores que pode ajudá-lo a transmitir uma mensagem muito forte e sólida.

Alguns truques básicos para as imagens podem ajudá-lo a voltar a definir o seu anúncio e ganhar mais clientes:

1 - A imagem deve caber em seu anúncio: Maior nem sempre é melhor, principalmente se você estiver trabalhando em um espaço muito limitado. Imagine uma página inteira com uma imagem que deixa pouco espaço para as outras informações de contato. A menos, que a foto esteja lá de propósito e serve realmente para o marketing desejado, embora o correto seria você otimizar o seu anúncio em vez de aumentar o tamanho da sua imagem.

2 - A imagem deve ser coerente com o seu conteúdo: Sua escolha da imagem não deve colidir com a sua mensagem. Pelo contrário, devem sempre reforçar a mensagem que quer transmitir aos seus clientes-alvo. Dê valor aos seus gráficos, tornando claro que eles correspondem ao conteúdo dos seus anúncios impressos. Se ela não se enquadra no âmbito geral das coisas, então o melhor é procurar por uma imagem mais adequada.

3 - A imagem deve ser simples: Menos é mais. Uma simples imagem é sempre a melhor maneira de ajudar a melhorar a sua concepção, bem como tornar mais fácil para o seu público-alvo a compreender a sua mensagem.

4 - A imagem deverá complementar algumas normas de layout: Ser diferente pode chamar a atenção positivamente, mas também pode fazer o inverso. Causar stress e até revolta dependendo do caso. Quem não se lembra dos outdoors da Benetton, todos se chocavam, alguns para o lado positivo e muitos outros para a revolta e até despertando a fúria de muitos religiosos. Nenhum católico fervoroso gostava de se deparar com um beijo ardente entre um padre e uma freira.

5 - A imagem deverá ter valor: Mais do que uma decoração que será impressa em seu anúncio, a sua imagem e o da sua empresa terá seus valores expressados nela. Podendo agregar um excelente valor. Lembre-se da imagem Coca-Cola, vale mais que o patrimônio da Coca-Cola. Sua imagem é reconhecida em qualquer parte do mundo, sem precisar estar escrito uma única palavra sequer.

Por último, lembre-se sempre que a sua meta é que a sua imagem expresse o seu cliente e o valor que ele tem para você, para sua empresa e seu produto.

Gosto de igrejas
silenciosas,
antes da missa
ou depois
que todos se vão,
mas também aprecio
o ritual religioso,
o canto gregoriano,
a música celestial
que preenche o vazio
do meu coração.

Tenho essa mística
tatuada em mim,
gosto dos anjos
barrocos,
até dos santos
do pau oco
que serviram
à devoção
e ao profano,
aliás,
como tudo que é humano,
também aprecio
essa ambivalência.

Essa religiosidade
laica,
que segue a emoção
muito mais que a razão,
encontra guarida em
meu ser.

E o som dos sinos
nas capelas
de presépio,
que enfeitam
os lugarejos distantes,
ecoam entre os montes
e ressoam
nas minhas lembranças.

As rezas,
os cânticos,
as procissões,
os sermões muitas vezes
equivocados,
me levam os pecados
pra bem longe,
e me permitem pecar
outra vez.

Nessa conexão
com o divino,
a cada hino
escutado,
refaço o meu caminho
num resgate necessário
do que deixei olvidado,
em nome de um desejo
de viver
outros saberes.

Agora
a hora da ave-maria
me emociona
mais ainda,
por saber que não
me perdi
nas várias trilhas
percorridas.

Todo o meu relicário
de preces
contém pedidos
de toda ordem
e muitos
agradecimentos também.
E nessa sintonia
com Deus,
tenho de volta a paz
fugidia,
que se vai de mim
de vez em quando,
mas retorna
a cada amém
no fim do dia.

Do que reclama a mulher?

Ah, tempos bicudos esses!Tantos desencontros entre homens e mulheres, tanta insatisfação, queixas de solidão, friezas nas relações, greve de sexo por falta de opção…Cenário desolador, não? A galera mais jovem já anda reclamando.Ficar, para muitos, é apenas estratégia para não enfrentar o vazio, pois há muito que esse subterfúgio não atende as necessidades de afeto da gurizada.E o que dizer do público adulto?A coisa parece contagiosa.O descontentamento é crescente.Afinal, o que vem abalando os alicerces dos relacionamentos? Em que momento as linguagens amorosas se tornaram uma babel?Os homens até fazem de conta que está tudo bem, mas as mulheres não querem mais “tapar o sol com a peneira”.Há algo de muito podre no reino das parcerias afetivas.Penso que os homens levaram demasiadamente a sério a pseudoindependência feminina.No início deram o grito, fizeram alarde,mas depois…pasmem! Tomaram gosto.E deixaram de lado os galanteios, a conquista, esqueceram o bom-mocismo e se travestiram de trogloditas (com exceções, graças a Deus!). Flores para a amada? Pra quê? Um jantarzinho romântico preparado por ele? Ah, não vai dar.Aquele cineminha no final da tarde? Quem sabe um dia…E os elogios esperados sobre a cor dos cabelos, o novo penteado, o vestido sensual, a nova lingerie…E, principalmente, a explicitação do carinho, com o olhar, com as palavras e com as atitudes.Cadê tudo isso? Por que a ausência da delicadeza, tão essencial à vida amorosa, tão detonadora da libido, tão responsável pelo brilho do olhar, pela plenitude do gozo?
Acredito que essas indagações pertencem a homens e mulheres, mas, ouso afirmar, que são mais comuns ao mundo feminino.As mulheres andam mais tristinhas,irritadiças, insatisfeitas mesmo.Talvez pela síndrome do abandono que vem acometendo todas nós( me incluo nessa)e que nos dá uma saudade danada do modelo de homem de fato companheiro, protetor, amigo e bom amante, que não trapaceia nas questões do coração e que queira construir um novo modelo de felicidade a dois, calcado no conhecimento mútuo, no respeito e na alegria do estar um com o outro sem máscaras.
ah, mas é bom que façamos também nosso ‘mea culpa” e nos afastemos dos protótipos enlatados que ajudamos a produzir enquanto nos emancipávamos historicamente.

Mais importante e influente estudioso de gestão do mundo, Peter Drucker foi um guru, uma lenda internacional e um ícone dos negócios. Conhecido por criar vários conceitos sobre os quais se construíram os pilares da gestão moderna, Drucker teve um jeito não convencional de explorar a história da gestão e das suas idéias para o futuro. Sim, ele sabia do futuro como ninguém.

Drucker foi escritor, professor e consultor durante mais de 60 anos. Ele criou conceitos que fizeram da gestão um campo legítimo de estudos acadêmicos. O ponto-chave de sua defesa foi a visão de que a coisa mais importante em uma organização são as pessoas. A influência de seus pensamentos foi tão grande que ele freqüentemente é chamado de Pai da Gestão.

Com mais de 30 livros publicados (já imaginou?), essa grande referência em gestão teve muito a nos ensinar. É impossível tentar resumir suas idéias e conceitos mais importantes aqui ou em qualquer outro lugar. Suas obras são completas, instigantes e muito sólidas.

Escolhi três ensinamentos para que você possa conhecer um pouco mais de Peter Drucker, mas principalmente para que você possa levar essas idéias para a sua empresa e fazer dela um grande sucesso.

Ensinamento 1 – AUTOGERENCIAMENTO: Empresas estão passando por mudanças radicais em suas estruturas, no trabalho que elas desenvolvem, no tipo de conhecimento que elas precisam e no tipo de pessoas que elas empregam. Com novas necessidades e objetivos, Drucker diz que hoje precisamos nos autogerenciar mais do que em qualquer época.

Sim, não há mais espaço para empresas com estruturas inchadas, com mesas demais para pessoas que pouco fazem. Não tem mais espaço para ter um estagiário, um funcionário que cuida desse estagiário, um supervisor que cuida desse funcionário, um supervisor-chefe que cuida do supervisor, um gerente que cuida do supervisor-chefe, um gerente geral que cuida do gerente e assim por diante. Uma empresa com esse tipo de hierarquia extensa está em grandes problemas, pois vai ser difícil sustentar esses custos por muito tempo.

A grande idéia aqui é: cada profissional tem de saber exatamente qual é o seu trabalho e aproveitar o tempo destinado para isso para fazê-lo, e da melhor forma possível. Drucker dizia que devemos constantemente nos perguntar: Quais são as minhas forças? Quais são os meus valores? Onde pertenço? Qual deve ser a minha contribuição?

Um profissional que sabe responder a essas perguntas sabe também qual é o seu trabalho. Você, como líder, deve incentivar para que sua equipe tenha esse tipo de pensamento. Quanto mais eles forem autogerenciáveis, mais tempo você terá para promover mudanças estratégicas na empresa e mais tempo terá para provê-los de ferramentas e conhecimento para que suas metas sejam alcançadas mais rapidamente. Todo mundo ganha.

Ensinamento 2 – O QUE FAZEM OS LÍDERES EFICICAZES?: Drucker descobriu, em seus 65 anos de experiência em consultoria, o que os líderes eficazes têm em comum. Mais do que ter um mesmo estilo, esses líderes exemplares têm práticas similares e elas estão dentro de três grandes áreas: a primeira área consiste em práticas que dão aos líderes o conhecimento que eles precisam. A segunda área dá a eles a ajuda necessária para transformar esse conhecimento em ação. E por último, na terceira área, estão as práticas que asseguram que toda a organização sinta-se responsável e comprometida.

Esses líderes freqüentemente se perguntam: “O que precisa ser feito?” e “O que é o melhor para nossos clientes e para nossa organização?”

Os líderes eficazes desenvolvem planos de ação. Eles assumem a responsabilidade por suas decisões. Eles estão focados em oportunidades ao invés de problemas. Eles gerenciam reuniões produtivas. E eles pensam e dizem “nós” ao invés de dizer “eu”.

Peter Drucker adicionou ainda a essa lista mais uma prática muito importante, que mostra-se indispensável para um líder se tornar um grande líder: escute primeiro e fale depois.

Ensinamento 3 – A DISCIPLINA DA INOVAÇÃO: Quanto de inovação é inspiração e quanto é trabalho pesado? A criatividade dos empreendedores, segundo Drucker, nasce do comprometimento com a prática constante da inovação.

Drucker identificou quatro oportunidades de inovação na empresa e três fora dela: ocorrências inesperadas, incongruências, processos necessários, mudanças na indústria e no mercado, mudanças demográficas, mudanças de percepção e novo conhecimento.

A má notícia é que inovação também é sinônimo de trabalho pesado. A boa notícia é que você também pode ser um inovador, desde que você tenha conhecimento, foco e (freqüentemente) ingenuidade. E até mesmo todas essas qualidades não são suficientes para criar inovação, a menos que você esteja apoiado por persistência e comprometimento.

Como está a inovação na sua empresa? As novas idéias estão sendo incentivadas, testadas e quando aprovadas, aplicadas? Quanto tempo esse processo leva? Lembre-se de que inovação está também ligada a agilidade. Quem fará mais rápido: seus concorrentes ou você? Quem fará diferente: seus concorrentes ou você? Esteja sempre na frente. A disciplina da inovação defendida por Peter Drucker é hoje uma regra.

Linha do Tempo

No começo: Peter Drucker nasceu em Viena (Áustria) em 1909.

Anos 20: Mudou-se para a Alemanha para estudar direito. Tornou-se editor-chefe de um grande jornal alemão, responsável pela seção de gestão internacional.

Anos 30: Recebeu o Ph.D em direito na Alemanha. Mudou-se para Londres após uma de suas redações ter sido queimada pelo Governo Nazista. Casou-se e mudou-se para os Estados Unidos como correspondente jornalístico de vários jornais britânicos.

Anos 40: Iniciou sua carreira em consultoria na General Motors que posteriormente resultou na publicação do seu primeiro livro. Tornou-se professor de filosofia e política, e colunista do The Wall Stree Journal.

Anos 50: Juntou-se ao corpo docente da New York University como professor de Administração.

Anos 60: Recebeu da mesma universidade o “Presidential Citation” – a maior honra da escola.

Anos 70: Tornou-se professor de Ciências Sociais e Gestão de pós-graduação na Califórnia.

Anos 80: Ganhou uma escola de pós-graduação com o seu nome. Publicou oito novos títulos e continuou lecionando e trabalhando como consultor.

Anos 90: Tornou-se professor na Harvard University e publicou mais nove livros.

Anos 00: Retirou-se da vida pública, recebendo esporadicamente alguns amigos em sua casa, escrevendo e escutando música clássica, uma de suas grandes paixões. Peter Drucker, um dos principais teóricos da administração de todos os tempos, faleceu no dia 11 (sexta-feira) de novembro de 2005, aos 95 anos, de causas naturais em sua casa em Claremont, perto de Los Angeles, nos Estados Unidos.

Tem dia que a gente acorda
com um querer indefinível.

Eu ando assim ultimamente,
“…tão à flor da pele
que até beijo de novela
me faz chorar.”

Essa emoção aflorada
aparece do nada,
sem hora marcada
pra me confundir.

Mas o que fazer
se é essa a minha
maneira
de estar no mundo?
Se é como vislumbro
cada amanhecer,
cada movimento
de um olhar,
as ondas do mar
revolto ou sereno,
a sinuosidade
das montanhas,
as nuvens se deslocando
no céu,
formando um amontoado
de bichos de algodão.

E essa luminosidade
crepuscular,
depois de dias tão azuis
e cálidos,
emoldurando o cenário
do tempo de inverno,
desperta em mim
o que tenho de mais terno:
essa amorosidade derramada,
mesmo que às vezes
camuflada
em prol da sobrevivência.

E se o beijo da novela
toca minha emoção,
imagina os lábios
do meu amor então!
Ah esse coração
sem juízo,
irremediavelmente
refém das sutilezas
emocionais.

Em adição ao seu layout e conteúdo, uma das coisas que você precisa decidir sobre quando planejar o seu marketing são as suas imagens ou gráficos que serão impressos no anúncio. Você tem que considerar as fotos que poderiam reforçar e tornar mais fácil para o seu público alvo compreender sua mensagem.

Empresas são modelos, bem como uma imagem pode falar mais que mil palavras. Centenas de milhares de imagens estão acessíveis para que você possa melhorar a impressão do seu anúncio. Isto assegura que o seu público-alvo será atingido na primeira vez que vê o seu anúncio.

No entanto, mesmo com um pronto acesso a imagens gráficas on-line, você ainda precisa ter um design e fotos que se enquadram no que exatamente você quer transmitir. Apenas uma idéia bem pensada não é suficiente, é necessário haver uma seleção cuidadosa de vários fatores que pode ajudá-lo a transmitir uma mensagem muito forte e sólida.

Alguns truques básicos para as imagens podem ajudá-lo a voltar a definir o seu anúncio e ganhar mais clientes:

1 - A imagem deve caber em seu anúncio: Maior nem sempre é melhor, principalmente se você estiver trabalhando em um espaço muito limitado. Imagine uma página inteira com uma imagem que deixa pouco espaço para as outras informações de contato. A menos, que a foto esteja lá de propósito e serve realmente para o marketing desejado, embora o correto seria você otimizar o seu anúncio em vez de aumentar o tamanho da sua imagem.

2 - A imagem deve ser coerente com o seu conteúdo: Sua escolha da imagem não deve colidir com a sua mensagem. Pelo contrário, devem sempre reforçar a mensagem que quer transmitir aos seus clientes-alvo. Dê valor aos seus gráficos, tornando claro que eles correspondem ao conteúdo dos seus anúncios impressos. Se ela não se enquadra no âmbito geral das coisas, então o melhor é procurar por uma imagem mais adequada.

3 - A imagem deve ser simples: Menos é mais. Uma simples imagem é sempre a melhor maneira de ajudar a melhorar a sua concepção, bem como tornar mais fácil para o seu público-alvo a compreender a sua mensagem.

4 - A imagem deverá complementar algumas normas de layout: Ser diferente pode chamar a atenção positivamente, mas também pode fazer o inverso. Causar stress e até revolta dependendo do caso. Quem não se lembra dos outdoors da Benetton, todos se chocavam, alguns para o lado positivo e muitos outros para a revolta e até despertando a fúria de muitos religiosos. Nenhum católico fervoroso gostava de se deparar com um beijo ardente entre um padre e uma freira.

5 - A imagem deverá ter valor: Mais do que uma decoração que será impressa em seu anúncio, a sua imagem e o da sua empresa terá seus valores expressados nela. Podendo agregar um excelente valor. Lembre-se da imagem Coca-Cola, vale mais que o patrimônio da Coca-Cola. Sua imagem é reconhecida em qualquer parte do mundo, sem precisar estar escrito uma única palavra sequer.

Por último, lembre-se sempre que a sua meta é que a sua imagem expresse o seu cliente e o valor que ele tem para você, para sua empresa e seu produto.

Todos nós tentamos manter nossas decisões. Alguns de nós somos melhores nisso do que outros. O nosso foco em resoluções geralmente é de quebrar maus hábitos (desistir tabagismo) alguns em criar bons hábitos (exercício físico regular). Especialistas concordam que há algumas maneiras de manter as nossas resoluções. Aqui estão algumas dicas para fazer isso.

1. Tenha decisões específicas. Por exemplo, em vez dizer vou emagrecer, diga que irá perder 5 quilos nas próximas 6 semanas.

2. Suas decisões devem ser mensuráveis e observáveis para os outros. Por exemplo, em vez de dizer a minha empresa será mais rentável em 2009, diga que vai aumentar a minha receita de 5% este ano.

3. Seus objetivos devem ser atingidos. Você fatalmente falhará se criar soluções irreais. Por exemplo: ao invés de dizer que jamais irá ficará novamente bravo com seu pessoal, diga se eu ficar chateado com o meu pessoal, vou contar até dez antes de dizer ou fazer qualquer coisa.

4. Experimente algo novo, seja criativo, quebre antigos padrões, tente algo que você sempre quis fazer: pilotar um avião, fazer ioga, ler um livro sobre um lugar que você sempre quis visitar, correr uma maratona, fazer trabalho voluntário, etc.

5. Cada resolução deve ter um tempo. Se você estiver indo para limpar a desordem em seu escritório, defina uma data para a conclusão. Se você vai levar todos a sua equipe de gestão para almoçar e compreenderem os seus interesses e idéias de maneira mais completa, para realizar este plano, estipule uma data como, por exemplo, até 30 de julho, por exemplo.

Agora que você tem algumas dicas para manter suas resoluções, que eu gostaria de fazer algumas recomendações para a sua empresa familiar.

Vários anos de experiência e Investigação indicam que os seguintes itens estão relacionados à família e ao sucesso empresarial:

1. Criar um plano de sucessão: Primeiro, envolva as crianças, enquanto elas ainda são crianças. Fale sobre o negócio com eles deixe-os ajudarem no que puderem. Lembre-os que eles podem fazer parte do negócio, desde que desejem, mas que eles estão livres para escolherem suas carreiras.
Articule a sua família para uma visão do futuro, a fim de determinar que tipo de líder que você precisa para chegar lá.

2. Desenvolver uma equipe eficaz para o Conselho de Administração: com a finalidade de ter membros do conselho mais qualificados. Para isso, primeiro defina os critérios para a diretoria. Uma vez que os critérios estão em vigor, o conselho e seus diretores têm a responsabilidade de eliminar todos aqueles que não cumprem os critérios.

3. Criar um Planejamento Estratégico: um planejamento estratégico é criar um plano de ações. É diferente de “visão” que é um futuro imaginado, uma esperança de como as coisas podem ser da mais longe no futuro, 10/20 anos, a partir de agora. Um plano estratégico descreve como você pode chegar lá. É sobre a tomada de decisões no presente para o futuro e envolve geralmente de 3 a 5 anos. Ele não deve ser somente escrito, deve ser vivido.

Um planejamento estratégico deve incluir:
• Onde estamos indo? Quais são as nossas metas?
• Como vamos chegar?
• Quem é responsável por quê?
• Quais são as linhas de tempo?
• Quando e como é que vamos avaliar os nossos progressos ou a falta dela?
• O que faremos se o inesperado acontece?

4. Desenvolver uma Política de Contratação de membros da Família: Um dos documentos mais importantes que uma empresa familiar pode ter em vigor é uma política de contratação de familiares e de empregos. Consagra o negócio como uma empresa profissional e não como um abrigo para os familiares que necessitam de emprego. Este envia uma mensagem muito forte e positiva para os empregados não-familiares, gerentes e executivos. Isso impede que futuras dores de cabeça e alma, quando primo fulano vem à procura de um emprego para si próprio ou a sua filha, só porque eles são familiares. O processo envolve a criação e ratificação da política do Conselho de Família que, então, vai para o conselho de administração para o seu selo de aprovação e, em seguida, seja tornada pública como uma política da empresa e refletem os valores da família.

5. Formar um Conselho Família: O funcionamento de um conselho de família é como um fórum de discussão, planejamento, tomada de decisão e a criação de acordos e políticas para a família e sua relação com o negócio. Sinceridade e transparência são requisitos para que o Conselho seja bem sucedido. Onde:

Os fins são globalizados: Entre outras coisas, é um lugar para aprender a comunicar de forma eficaz a fim de chegar a acordos. É um local para verificar hipóteses, as expectativas, a compreensão de cada um dos membros e até de nós mesmos. Deve ser um lugar onde as gerações mais jovens podem aprender sobre o negócio e seu significado para a família. A composição, a periodicidade das reuniões, agenda de planejamento, o objetivo e metas, regras fundamentais, as necessidades da família, e processos de tomada de decisão estão entre as questões que são discutidas em primeiro lugar no conselho. Este compartilhada e estruturada, formalizada experiência e pode levar à formação de consensos, o planejamento eficaz, as ações coletivas, bem como a melhoria das comunicações.

As Funções típicas de um conselho familiar são:
• Organizar os membros em um fórum que tenha algumas áreas de foco e de tomada de decisão limitados à autoridade.
• Decide sobre a relação da família com o negócio, centrando a comunicação entre os membros da família.
• Um acionista reúne as partes interessadas, de modo que a sua adesão pode ser maior do que o grupo de acionistas se a família assim o desejar.
• Não é terapia, mas em vez disso oferece um fórum de discussão e comunicação aberta, lidando com questões familiares, a fim de informar as decisões tomadas ou decidir as futuras.
• Promove a harmonia familiar e a cooperação.
• Aproxima de forma saudável as fronteiras entre a família e o negócio.
• É educativo, informativo e divertido, educa os familiares sobre os seus direitos, responsabilidades e privilégios, bem como sobre as estratégias empresariais, riscos e realizações.
• Pode incluir sessões educacionais por peritos, sobre temas tais como planejamento imobiliário, contratos, dinâmica familiar, e de propriedade, etc.
• Estabelece procedimentos para a partilha de informação, gestão de conflitos, e tomada de decisões sobre questões fundamentais.
Os temas típicos tratados pelos Conselhos de Família são:
• Família e emprego
• Resolução de litígios / conflitos orientações de gestão
• Política em matéria de acordos pré-nupcial (principalmente como estes podem dizer respeito ao negócio)
• Acordos de acionistas
• Plano de sucessão / processo
• Uso de férias familiares
• Distribuição das regalias na empresa
• História do negócio, notícias, os sonhos do fundador
• As necessidades financeiras e os planos da Família
• Condições em que a empresa poderia ser vendida
• Visão da Família e metas para a mesma em relação ao negócio

Formato:

Dependendo do trabalho a ser feito, o Conselho de Família reúne-se trimestralmente, ou semestralmente, conforme a necessidade. No início do seu desenvolvimento, existem muitas questões a serem resolvidas e o Conselho pode se reuni mensalmente.

O maior perigo para um negócio não é a mudança, transição ou o risco. Cerca de 20 anos atrás, Parkinson escreveu uma série de livros em que ele habilmente fazia suas observações enquadrando como as “leis de Parkinson.” Uma paráfrase de uma das suas máximas é “Sempre que uma empresa orgulhosamente anuncia o estabelecimento de sua bonita, nova e moderna sede, você pode ter certeza de que está em posição de decadência”

Por quê? Porque ao invés de se concentrarem em seus negócios, os gestores são centrados em si mesmos. Qual é o maior perigo para uma empresa? Não se trata do risco ou a mudança. É a complacência. Quando uma empresa atinge um objetivo e está satisfeita, está em perigo de falhar.

Muitas empresas que estão no topo hoje, amanhã serão apenas lembranças. Estas são as organizações que não conseguem definir novos clientes com foco nas metas.

Muitos gerentes e supervisores estão cansados de fixar novas metas. Eles têm estabelecimento metas para os anos futuros e gostariam de descansar à sombra dos louros. Como você pode motivar seus colaboradores para definirem novas metas que sejam plausíveis?

1. Os próprios empregados devem estabelecer suas próprias metas: Objetivos do departamento, a gestão do mesmo, etc.

2. Os empregados devem definir seus próprios objetivos: Ao definirem a linha de frente, os trabalhadores irão descrever as metas que satisfaçam as necessidades dos seus clientes.

3. Os trabalhadores devem saber como pensar estrategicamente: a maioria dos empregados pensa em termos da missão que desempenham, e não em termos do impacto estratégico do que a sua tarefa é para o cliente. Eles não podem criar estratégias diferenciadas para seus clientes se eles não conseguem pensar estrategicamente.

4. Os empregados devem aceitar e colaborarem com as mudanças: a gestão deverá sempre abraçando um novo conceito de gestão para atingir metas, e os empregados que não sabem como abraçar e gerir a mudança, tudo para eles é confuso e sem rumo. Os empregados não podem criar metas estratégicas se não podem aceitar a mudança.

Formação e desenvolvimento: a formação centra-se nos seguintes fatores de transição:
• Como deixar o passado para trás, usa-lo somente como referência para o futuro?
• Como reduzir o stress durante períodos de transição?
• Como desenvolver uma estratégia para a mudança ?
• Como trabalhar “fora dos padrões?”
• Como gerenciar transições?

Empresas e pessoas que conseguem responder e praticar com eficiência essas habilidades, nunca irão se tornar complacentes.

O tempo livre, para a terceira idade, pode ser visto sob aspecto negativo e positivo. Sob um ponto de vista, o tempo livre representa o resultado de uma dissocialização progressiva, visto que há uma mudança no ritmo existencial do ancião.

É necessário um novo relacionamento com a abundância de tempo disponível, dado que as atividades determinadas não mais existem. As atividades laborais foram subtraídas do ancião abrindo, assim, um espaço de tempo inquietante em um primeiro momento.

A dissocialização torna-se evidente quando a célula mater, família, desmancha-se com a saída dos filhos, que já não sentem a necessidade dos pais, que passam a exercer uma função de conselho junto a estes. Sob um ângulo crítico, traz à tona a questão dos lares de repouso para velhos, representando assim o ponto máximo da dissocialização entre a vida laborativa, pró-ativa e a nova realidade que passa a permear os anciãos.

Destarte, observa-se que o processo de dissocialização necessariamente implica em um “desenraizamento do ambiente de vida mais familiar, uma verdadeira libertação para uma vida nova segundo as próprias modalidades”.

As atividades de semi-ócio, porque não dependem da decisão ou da escolha de quem as realiza, não são livres, mas necessárias, obrigatórias. Apesar de serem práticas realizadas no tempo de não-trabalho, continuam realizando-se num tempo obrigado, não constituindo-se tempo-livre. Dessa maneira, é fato que os anciãos encaram como tempo livre apenas aquela porção do tempo que não devem empregar para a alimentação, para lavar e passar roupas ou para a limpeza do lar.

O grande dilema é que para cada forma de envelhecimento advém uma dificuldade de transição, e a grande tarefa, nesse momento, está em criar uma nova estrutura de vida. Dessa maneira, a manutenção e a limpeza do lar passam a ser encarados como labor para os anciãos.

Mesmo que não haja uma estrutura temporal para a execução das atividades, existe uma ordem em que elas são feitas, cumpridas. Esta soberania sobre o tempo torna possível viver em dois mundos diferentes: naquele da ordem que ainda recorda os dias de trabalho e naquele da grande liberdade no qual o aposentado é o rei de si mesmo.

Nesse sentido, a soberania sobre o tempo pode ser encarada como um fator positivo para os anciãos uma vez que podem desenvolver realmente atividades compensatórias pelo período laborativo, gozando, destarte, do repouso, do descanso merecido. Nesse contexto, o desenvolvimento no tempo-livre de atividades esportivas, artísticas, artesanais e turísticas evidenciam-se e permeiam a realidade dos anciãos.

Valores freqüentemente colidem quando os membros de diferentes gerações trabalhem em conjunto dentro da empresa familiar. Hoje, a complexa mistura de gerações tradicionalistas e as mais jovens formam um universo de constantes decisões muitas vezes criticadas e impensadas tanto pelas tradicionais e pelas jovens gerações.

Cada geração vê no trabalho valores diferentes, possuem diferentes percepções da autoridade e os diferentes pontos de vista sobre o que é importante na vida tanto profissional como pessoal. Se os gestores não estão preparados para essas diferenças de valores, que podem criar conflitos, será gerado um mau desempenho e baixa moral no local de trabalho.

Compreender a diferença entre gerações pode tornar o trabalho mais produtivo

1) Tradicionalistas - Nasceram antes de 1947
2) Baby Boomers - Nasceu 1947-1965: A geração Baby Boomers tornar-se o maior percentual da população segundo as estatísticas dos E.U.A. Os Baby Boomers são as pessoas com idades compreendidas entre os 42-60 (nascidos entre 1947-1965).
3) Geração Xers - Nasceu 1966-1977:
4) Geração Y ou Nexters - Nascido após 1978: E depois temos os nossos colaboradores mais jovens, a Geração Y ou Nexters. Eles são empregados em 30 (nascidos após 1978). Eles cresceram usando a Internet. Para eles, alta velocidade de acesso à informação é algo que sempre esteve lá.

O Valor fundamental é que existem diferenças entre indivíduos de diferentes gerações, essa é a magia do aprendizado e conhecimento. Entender esses valores nos ajuda a compreender as diferenças que possam surgir no local de trabalho. Quando entendemos o sistema de valores compartilhados por grupos geracionais, então nós podemos compreender melhor as suas diversas crenças e comportamentos.

Podemos não concordar com os valores de gerações diferentes, mas podemos lutar para entender o conjunto de mentes de diferentes gerações e de como cada grupo vê o mundo, o trabalho e as possíveis soluções para os diversos problemas que se apresentam no dia-a-dia.

Assim como é importante reconhecer que muitas dimensões da diversidade de raça, sexo e cultura que formam quem nós somos e como nos comportamos, também temos de reconhecer valores baseados em gerações para uma melhor compreensão e comunicação no ambiente de trabalho.

Uma pesquisa mostra os membros de cada geração tem uma tendência a apresentar características semelhantes. No entanto, há sempre novas expectativas e você deve ter cuidado para não criar estereótipos baseado nestas tendências. Mas, vamos ver alguns valores básicos trabalho de cada geração grupo.

Os valores dos Tradicionalistas:

Valores são influenciados pelas experiências que incluem muitas vezes as dificuldades de seus pais e avós que imigraram para um novo país e fizeram a vida de sua maneira em uma nova terra. Os valores dos tradicionalistas também são afetados pelas experiências que teve durante a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial da qual forma como eles vêem o mundo.

Privacidade - Não espere que os membros desta geração irão partilhar os seus pensamentos interiores.

Eles acreditam em pagar suas dívidas e ficam irritados quando os outros estão fazendo-os perder seu tempo. Para os tradicionalistas a principal palavra é o seu vínculo.

Formalidade: Esta geração é revestida de valores formais e estruturas organizacionais. Têm um grande respeito pela autoridade.

Ordem Social: Outras gerações possam visualizar este desejo de ordem social e podem colocar como preconceito, preconceito ou até mesmo o racismo ou ceticismo.

Suas coisas: Este grupo adora suas coisas e eles não vão se livrar delas. Alguns argumentarão que você nunca sabe quando você pode precisar delas.

Os valores dos Baby Boomer:

Os Baby Boomers são os filhos dos nossos veteranos da Segunda Guerra Mundial. Geralmente eles não vão conseguir economicamente o que os pais conseguiram devido aos tempos difíceis e as crises mundiais.

Eles tiveram a boa vida - os tradicionalistas deram ou pelo menos tentaram dar a eles uma vida melhor que as que eles tiveram no passado.

Mudanças: Os Boomers prosperaram sobre as possibilidades e constante mudança.

Os Boomers têm maior tendência a serem “workaholic”. Enquanto os tradicionalistas vêem o trabalho árduo como sendo a coisa certa a fazer, os Boomers vêem como uma forma de chegar ao próximo nível de sucesso.

Sucesso: os Boomers estão empenhados em subir a escada do sucesso. Este grupo engloba uma abordagem baseada em equipe para as empresas. Eles não dependem do comando e estilo de controle dos tradicionalistas.

Anti-regras e Regulamentos: Eles eram os “hippies”. Eles não precisam estar em conformidade com as regras e gostam de desafiar o sistema.

Inclusão: Esta geração aceitam as pessoas que irão realizar a suas normas.

Luta por uma Causa: Embora não procurarem problemas, se você der-lhes-lhes uma causa, eles irão lutar por ela.

Os valores da Geração Xers:

São economicamente conservadoras, lembram da inflação de dois dígitos e ao estresse enfrentado pelos pais ao lidarem com tempos desemprego. Como resultado, eles não dependem de instituições para a sua segurança em longo prazo como os seus antecessores fizeram.
Empreendedorismo: os Xers acreditam no investir em seu próprio desenvolvimento e não no da sua organização. Eles são cautelosos quanto a investir no relacionamento com os empregadores porque a experiência tem demonstrado que essas relações não são confiáveis. Lealdade: Para uma geração Xer, se você quiser lealdade, obter um cão, pode ser a sua grande saída.

Independência: os Xers têm objetivos claros e preferem gerir o seu tempo e resolver seus próprios problemas.

Informações: Eles querem ter acesso à informação e à abundância de relacionamentos dela.

Feedback: Este grupo tem excesso de comentários e feedback que eles usam para se adaptar a novas situações.

Qualidade de vida profissional: Esta geração vai trabalhar duro, mas eles preferem encontrar mais rápido e com mais eficiência em métodos de trabalho para que eles tenham mais tempo livre.

Comunicação: eles preferem comunicação rápida através de áudio, e-mail, etc. Não gostam das reuniões longas.

Os valores da Geração Y (frequentemente chamado Nexters):

A Geração Y é representada por pessoas que cresceram durante a revolução de alta tecnologia. Um mundo com alta tecnologia, jogos de vídeo, caixas eletrônicos e acesso de alta velocidade, etc. Fornecem feedback freqüente e sistemático, em tempo real, são críticos quando se trabalha com eles.

Autonomia: os Nexters querem mais chances de realização e fazerem isso com uma boa dose de independência.

Atitudes positivas: querem crescer em paz, eles têm uma visão otimista da vida em geral.

Dinheiro: a Geração Y acham que o dinheiro é feito para gastar.

Ação: a Geração Y tem como principal ação, aceitar desafios e vêem os desafios como oportunidades.

Gerir as gerações Mix

Como é que podemos manter um grupo de pessoas de uma empresa familiar com um diversificado mix de gerações motivados no trabalho hoje? O primeiro passo é entender a diversidade geracional no trabalho e o que motiva os seus diferentes membros. O segundo passo é instituir técnicas de gestão que são flexíveis o suficiente para satisfazer as necessidades de cada geração.

Principais líderes empresariais reconhecem que a mudança demografia do local de trabalho afeta a moral e a produtividade. Muitas empresas têm incorporado uma formação inter-geracional como componente fundamental para a sua liderança e desenvolvimento de programas de treinamento gerencial. Nestas sessões de treinamento, os participantes experiênciam com as diferentes gerações reagem e interagem uns com os outros. A formação centra-se na abertura dos canais de comunicação, criação de ambiente de trabalho para atender as necessidades das novas gerações, e comparando as pessoas e as responsabilidades laborais, o maior desafio é motivar estas pessoas adequadamente.

Muitas vezes a causa dos problemas de desempenho não é identificada corretamente, e assim o mau desempenho continua a ocorrer.

Uma das tarefas mais difíceis para qualquer gerente ou supervisor é determinar a causa de um problema de desempenho. Uma vez que as decisões de remediar o problema dependerão do diagnóstico, uma rigorosa avaliação é fundamental.

A Natureza do Desempenho

O desempenho no trabalho é influenciado por uma série de fatores. Quando o desempenho é excelente, é um resultado de uma série de circunstâncias que trabalham juntas para tornar esta possível excelência. Então, para um exemplar desempenho requer que todas as influências sobre o comportamento estejam em sintonia.

Infelizmente, a má performance pode resultar de um único fator e influenciar a redução drástica da eficácia. Muitas vezes, um problema de desempenho que ocorre irá expandir-se com outras conseqüências em outras áreas e até mesmo para as filias da empresa.

Algumas sugestões que podem ajudar

Você não pode corrigir problemas de desempenho, a menos que você sabe o que está causando-os. Aprenda a diagnosticar problemas de desempenho adequadamente, para que você descubra as verdadeiras causas.

Podemos sugerir alguns fatores que influenciam ou determinam o nível de desempenho. Estes fatores são de natureza multiplicativa. Se existir um déficit em qualquer um destes fatores, o desempenho irá sofrer conseqüências que vão de médias até decisivas.

1. Aptidão: a aptidão remete a uma pessoa o dom nativo da capacidade de executar certas tarefas melhor que outras pessoas. Cada um de nós tem pontos fortes e fracos que determinam se podemos aprender a realizar uma tarefa. Dependendo da tarefa, pode significar que a pessoa nunca poderia aprender como fazê-la, mesmo com todos os apoios em todo o mundo. Avalie com rigor a aptidão de cada colaborador, caso não consiga, peça ajuda a um profissional especializado para tal diagnóstico.

2. Nível de Habilidades: Mesmo as mais simples responsabilidades exigem habilidades. Habilidades diferem das aptidões, na medida em que pode ser aprendido. Para se avaliar um déficit de desempenho, é necessário avaliar se não é o resultado da falta de habilidades, as perguntas: “Se a sua vida dependesse disso, a pessoa poderia fazer a tarefa”? “Se a resposta for não, então ele poderia ter um sério problema de habilidade”.

3. Compreensão da Tarefa: Uma pessoa tem que compreender a natureza da tarefa, e o que é esperado dela e do resultado da tarefa a ser executada. Se há falta de uma comunicação clara, nem a grande quantidade de habilidades ou motivação trará um desempenho eficaz. O desempenho da gestão é o meio comum de transmissão da compreensão da tarefa. A melhor maneira para se avaliar um empregado e seu entendimento é o de fazer perguntas sobre o ambiente onde a tarefa será realizada.
4. A falta de esforço: este é um fator motivacional. Se uma pessoa tem a aptidão, habilidade e compreensão da tarefa requerida pode ser que não esteja tendo um bom desempenho por falta de esforço. Este fator pode ser pessoal ou estar relacionado com a ambiente de trabalho. Avaliar se existe motivacional é um problema difícil, e pode ser avaliado através do exame de indicadores comportamentais (absenteísmo, a falta de participação nas reuniões, ou outros fatores que sugerem um problema motivacional). Analise, converse com o funcionário e descubra o porquê ele não está se esforçando o suficiente.

Desempenho exige esforço e deve ser iniciado e sustentado ao longo do tempo. Este fator motivacional pode resultar em projetos iniciados, mas nunca concluído. Se um funcionário não está persistindo em tarefas, que pode indicar tédio, o medo do fracasso, ou podem dizer respeito a uma falta de competências. Cuidado, diplomática discussão é necessária para descobrir se e por que isso pode estar ocorrendo.

5. Fatores que estão fora do nosso controle: o desempenho pode ser reduzido devido a fatores fora do controle do indivíduo. A própria organização pode ser um obstáculo ao desempenho, e muitas vezes o gestor pouco pode contribuir porque dependem de uma série de decisões burocráticas. Muitas vezes são fatores externos que estão autorizados a continuar, com certeza os níveis motivacionais cairá, complicando e aumentando o problema, sem falar que um funcionário desmotivado transmitirá sua desmotivação para os demais.

É importante que os problemas de performance sejam tratados logo que ocorram, e os fatores acima referidos serem examinados para determinar se eles estão a contribuir para o problema. Ao trabalharmos com o funcionário de uma forma cooperativa, é possível identificar e remediar algumas das causas subjacentes do trabalho e os problemas de desempenho.

A Corrupção no Legislativo Brasileiro

Para entendermos sobre o combate á corrupção e ao desvio de conduta no poder legislativo temos que fazer um retrospecto e uma analise dos dispositivos usados pelo Poder Executivo Federal que inclusive seguiu atentamente às disposições de organismos internacionais e exemplos de nações que estão sendo bem sucedidas no combate a este ato perverso que atenta contra o próprio povo brasileiro.

Assim sendo temos que em virtude da instauração da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito do Orçamento, no dia 06 de dezembro de 1.993, o Senhor Presidente da República promulga o Decreto n° 1.001/1993 e cria então a Comissão Especial, com finalidade de fornecer a CPMI a colaboração necessária para a realização de qualquer diligência ou procedimento investigatório junto à Administração Pública Federal direta e indireta.

Dentre outras atribuições, competia à Comissão Especial, propor ao Presidente da República a adoção de providências, inclusive de natureza legislativa, com o objetivo de constituir grupos de trabalhos e de corrigir ou coibir fatos e ocorrências contrárias ao interesse público.

Em 09 de março de 1.994, a Comissão Especial decidiu constituir um grupo de trabalho com a finalidade de elaborar a proposta de um Código de Ética. Para isso foram designados, o Professor Modesto Carvalhosa, como coordenador e o Jurista Robison Baroni e o Dr. Brasílio Pereria dos Santos , como membros. No dia 06 de abril de 1.994, em sessão Plenária da Comissão Especial, foi aprovada a minuta de Decreto que aprovou o Código de Ética, a qual foi levada para apreciação do Sr. Presidente da República, que promulgou no dia 22 de junho de 1.994 o Decreto n° 1.171/1.994, aprovando o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

Destaco trechos da Exposição de Motivos apresentada visando a aprovação do Código de Ética e a constituição das Comissões de Ética. Estes motivos foram marcantes, e originaram minha abnegação pela gestão da ética, e em minha opinião, também deveriam ser seguidos pelo Poder Legislativo Federal.

“Portanto, conforme o entendimento da Comissão Especial, expresso neste Código de Ética, o princípio da obrigatoriedade do procedimento ético e moral no exercício da função pública não tem por fundamento a coercibilidade jurídica.

Aliás, até mesmo a coercibilidade jurídica deve buscar seu fundamento na Ética, pois esta, a rigor, não se impõe por lei. Ao contrario, esta acima da lei, a ditar as diretrizes desta, fazendo-se aceitar mais pelo senso social, pela educação, pela vontade intima do próprio agente moral, acolhida com liberdade, em decorrência de sua conscientização e de sua convicção interior.

Enfim, o Código de Ética ora apresentado a Vossa Excelência não se confunde com o regime disciplinar do servidor público previsto nas leis administrativas. Antes de tudo, fornece o suporte moral para a sua correta aplicação e cumprimento por todos os servidores.

Por último, o Código de Ética prevê que o julgamento do servidor em falta será feito por uma Comissão de Ética, formada por três servidores indicados conforme seus antecedentes funcionais, passado sem máculas, integral dedicação ao serviço público, boa formação ética e moral.

As Comissões de Ética pretendem ser um elo de ligação entre o usuário e o serviço público, encarregadas de orientar e aconselhar sobre ética na Administração Pública, sobretudo no tratamento das pessoas e na proteção do patrimônio moral e material do serviço público”.

Observamos que o Poder Executivo cumpriu com seu papel, editando o Decreto 1.171/94. Porém não podemos dizer o mesmo do Poder Legislativo, que tantas criticas efetuou a organização administrativa do Poder Executivo, deixando de realizar um controle eficaz da conduta de seus servidores.

O que vemos hoje na mídia é justamente isto: Que devido a total falta de controle administrativo e disciplinar de seus servidores o nosso Senado Federal encontra-se no foco de um grande escândalo sendo que suas conseqüências são perversas e devastadoras.

O Ideal é aproveitar o momento e moralizar não só o Senado Federal, mas todo o pode Legislativo Nacional.

Observamos que atualmente o Poder Legislativo professa a famosa frase “ Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. Podemos observar o quão grande é o descaso com o bem público, ao vermos na mídia os escândalos como por exemplo: a farra das passagens, verba de paletó, parlamentares com residência fixa em Brasília recebendo auxilio moradia, atos secretos, isso tudo nos leva a reflexão de que estão tratando do erário público como se fosso algo pessoal e sem que se deva em nada explicar os gastos inclusive observados que em sua grande maioria são gastos supérfluos e não faz jus a finalidade da função pública.

Nossos parlamentares têm por obrigação serem éticos, respeitando a moralidade administrativa como determina nossa carta magna em seu artigo 37, é comum ouvirmos que o que foi feito esta legalmente correto, pois, pergunto, estes atos e fatos são moralmente corretos, existe algum princípio ético que possa respalda-los? , para tal resposta temos uma resposta negativa, pois a ética e a moralidades estão cada vês mais distante de nossas casas parlamentares, dando lugar ao oportunismo e a vigarice. Nossos parlamentares esquecem que é através do bom exemplo que transmitimos a nossa posição, a nossa intenção e principalmente demonstramos como realmente somos, pois, nas atitudes não há lugar para a demagogia ou falsos paradigmas.

Como candidatos eleitos nossos parlamentares devem o respeito necessário ao seu verdadeiro patrão que é o “POVO BRASILEIRO”, que com muito suor custeia o erário público com uma carga tributária exorbitante e cruel e na realidade acaba assinando um cheque em branco para seus parlamentares da esperança de eles sejam no mínimo honestos.

Dizem que a moralização de nosso legislativo é uma grande utopia. E o que é a utopia senão um sonho que pode perfeitamente ser concretizado, principalmente em nosso país por ser uma jovem democracia ansiosa para chegar a um padrão de excelência.

Paulo Roberto Martinez Lopes
23 de Junho de 2009
Autor do livro: Ética, Assédio Moral e Assédio Sexual na Administração Pública

Se meta não fosse algo importante, então o principal objetivo numa partida de futebol seria apenas correr e fazer exercícios e até as traves poderiam ser retiradas.
A pergunta que se faz é: Por que trabalhamos mais facilmente com metas quando estamos nos divertindo?
Um rápido exemplo: Alguém vai para a academia, sua a camisa, faz esforço e paga por isto. Na diversão, o que se observa é que as metas são claramente definidas como: escalar uma montanha mais alta, melhorar o próprio tempo ou o tempo anterior, vencer o jogo… É fácil medir.
Tanto o crescimento quanto o fracasso das empresas depende das metas de cada pessoa. Somente 1% dos brasileiros são independentes financeiramente, isto é, podem viver do capital investido.
Seguramente vivemos num país onde 70% mal conseguem se manter até o próximo salário e o restante nem sabe o que é isso e ainda precisa da ajuda do governo ou de outras pessoas para sobreviver.
Essa reflexão quer levá-los às seguintes perguntas: Quais são as suas metas? Qual a diferença entre estes grupos?
O que se sabe é que o grupo de 1% que está no topo é composto por pessoas que registram seus desempenhos, suas metas são escritas e específicas.
O grupo dos 70% de salários baixos tem metas genéricas, nem escritas e nem específicas. Os demais não sabem nem o significado da palavra meta.
Albert Einstein disse que desenvolveu cerca de 10% do seu potencial. No mundo dos negócios as pessoas que ganham 90 mil reais por ano não são melhores do que as que recebem 30 mil. Apenas tem uma vantagem de medir o seu próprio desempenho e isso faz parte do mundo de metas.
Sucesso significa resultado. É por isto que estamos no mundo dos negócios.
Existem pessoas que preferem olhar para o relógio a vencer o desafio do tempo. O mundo que vivemos é essencialmente das escolhas que fazemos.
A maioria dos empresários paga por presença… No entanto deveriam pagar por desempenho, resultado e produtividade. Muitos nem registram o desempenho.
O nosso sistema é falho, a legislação também é falha… Pagamos por isto em salários, impostos, taxas, sem grande retorno e acabamos também nos esquivando do principal: resultados!
As pessoas se enganam, evitam se olhar no espelho, pesar na balança, para não ver o tamanho do estrago e para não ficar de consciência pesada na feijoada que irão no próximo sábado.
Funcionários são pagos para trabalhar… Mas o entusiasmo e o poder do seu envolvimento vêm dos elementos de metas, ideais e objetivos e não do valor do contracheque.
As metas fazem parte da força motivacional e devem ser escritas… Metas não escritas são apenas desejos e são facilmente esquecidas ou mudadas. Visão sem ação é apenas uma ilusão.
Os maiores sucessos são resultado deste comprometimento pessoal com a vitória.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Quero aproveitar este espaço para refletir sobre este maravilhoso discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.

Lembro aqui que as empresas que foram criadas por este homem vieram do absolutamente nada, uma micro empresa que teve seu início nos EUA e que hoje é o maior faturamento do planeta além de ser a maior rede de varejo do mundo.
Diz o seu discurso, com algumas adaptações nossas em palavras do nosso tempo, conforme segue abaixo:
Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera… Enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado… Enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina… Mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial… Parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça… Mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem… Para levar-me de novo à sua empresa.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas… A pequena gentileza, tão barata, de me prestar um pouco mais de cortesia.
Uma frase de Sam Walton que ficou famosa diz assim: “Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar “.
Alerta: As empresas jogam um caminhão de dinheiro fora investindo em publicidade, oferecendo o melhor produto e não investem uns poucos milhares em treinamento para atender melhor.
As pesquisas dos últimos anos dizem que 96% dos clientes não reclamam, apenas mudam!
Espero que o exemplo de Sam Walton e suas palavras possam ajudar a melhorar o atendimento dos vendedores e a cortesia das pessoas… Pensar sai barato, não custa nada!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Tenho colocado em minhas palestras que a crise bateu… Mas não abateu. A força do mercado interno serviu como muralha para os maus ventos.

Para entender a crise e a competitividade das empresas há de se compreender que 40% do PIB – Produto Interno Bruto é constituído de impostos.
E temos que ressaltar a importância da educação, capacitação e treinamento na formação destas competências.

Hoje, o empresário quando contrata, ele não quer mão de obra… Ele quer inteligência, ele quer coração… Ele quer alguém para trabalhar junto. Esta é a arte que os líderes têm para construir.
Nós precisamos de seres pensantes que possam construir, mudar conceitos, vencer desafios. Lembro aqui a frase de Picasso: “Para construir é preciso destruir”. Se você quer construir a verdade você tem que destruir a mentira.
O empresário muitas vezes é criticado… Mas está entre as principais profissões do mundo, afinal ele busca conhecimento e transforma teoria em prática, faz acontecer.
E depois de atender o mercado ainda faz o milagre de pagar imposto. É grande o privilégio, principalmente pelos desafios que enfrenta.
O empresário Jorge Gerdau disse: “Gosto da crise porque ela me faz trabalhar 24 horas”. Entendo que desafios extraordinários produzem pessoas extraordinárias.
Seria insano dizer que, na prática, gostamos de crise. Mas quando estamos na “zona de conforto” não produzimos muito, há um sentido de acomodação… As grandes invenções surgiram em momentos de depressão, de crise, de dificuldades econômicas e sociais.
As empresas competem com suas próprias deficiências antes de competirem com outras empresas. Muitos estipulam metas … Mas não ensinam como alcançá-las.
Para quem não investe no fator humano seu trabalho sempre será de reação ao problema e nunca como prevenção. E a pavimentação da estrada de sucesso passa pelo viaduto do planejamento.
Mas o mundo não acabou… A crise até bateu… Mas não abateu! Vamos em frente!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Uma empresa vive de resultados e sua liderança precisa aprender transformar pessoas em times, em equipes competitivas. Este é o conceito de empresas que são feitas para durar.
Toda empresa de sucesso quer mais resultados. Sabem que suas equipes de vendas, sejam vendedores exclusivos ou representantes, podem fazer mais com menos.
Sabem que podem vender mais para um mesmo cliente, que podem superar metas, que podem abrir mais territórios, que podem conseguir mais clientes novos… Mas é preciso querer.
O grande segredo é trabalhar isso nas equipes. O sucesso é cada um colocar em prática o “querer fazer”.
As pessoas até sabem 90% do que devem fazer… Mas não fazem. Reside aí a causa do fracasso de muita gente.
Como tudo na vida, seja na economia onde se fala tanto em crise no mundo corporativo, nas políticas das coisas públicas, a única coisa que resolve atende pelo nome de educação e esta traz a tiracolo uma outra palavra que atende pelo nome de treinamento.
Para existir uma relação de verdade é preciso comprometimento e responsabilidade das duas partes, empresa e vendedor ou representante. Um não pode viver sem o outro e quando um achar que não precisa mais do outro, normalmente o que se vê, apesar de um sucesso aparente é o início da descida.
Um pensamento oriental mostra que a preocupação nunca venceu o destino. O máximo que um vendedor consegue ficando preocupado é uma boa úlcera ou uma grande depressão.
O mesmo tempo que investiu alimentando a preocupação poderia ser melhor utilizado alimentando a reflexão para vencer o problema… E se colocar em ação na seqüência.

Existem pessoas que não sabem … E não perguntam!
Existem pessoas que sabem… E não ensinam!
Existem pessoas que ensinam… E não fazem!

Tudo na vida que explica o sucesso passa pela ação, pelo fazer. O pior no mundo profissional é aquele que ensina e não faz. Ninguém tem o direito de ensinar aquilo que não sabe fazer. Você pode até não “pegar na massa”, mas tem que “entender da massa”.
Arrisque errar! Não existe melhor hora para começar a fazer a coisa certa do que agora. Você não pode ficar paralisado pela indecisão. Parado você não fica… Na verdade, ou você melhora ou piora. Chegou a hora de agir.
Se você ficar hesitando muito, suas dúvidas irão aumentar e se transformar em medo. É claro que você pode falhar ou ser até rejeitado, isto é a vida. Mas os vencedores são aqueles que seguem em frente apesar de todos estes obstáculos.
A diferença entre os bem-sucedidos e os outros não está nos erros que cometem ou nas vezes em que falham, está na forma como respondem ao problema. Sabem que o problema nunca é o problema e sim a atitude que se tem diante deles.
Saia da toca… Enfrente o mercado. Não existe mercado parado, existe gente parada. O sucesso, no mínimo, é de quem faz.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Posts antigos »